Tuesday, January 22, 2008



Chanson du Musical "Notre-Dame de Paris"

Chanteur: Bruno Pelletier, qui a choisi une de les voix plus belle du Canada. Il a interprété aussi Dracula dans le musical
"Dracula: Entre L'amour et la Mort". Il est un bon acteur mais, en plus, il est un chanteur merveilleux.

Je crois que c'est possible de comprendre celles paroles facilement. Elle n'est pas une chanson très compliqué e c'est très belle. J'espere ce que agrée a vous. Mes respectueuses salutations.

Fê Giusti.

***

LUNE
Gringoire : Bruno Pelletier
dans le Musical "Notre-Dame de Paris"
Lune
Qui là-haut s'allume
Sur
Les toits de Paris
Vois
Comme un homme
Peut souffrir d'amour
Bel
Astre solitaire
Qui meurt
Quand revient le jour
Entends
Monter vers toi
La chant de la terre
Entends le cri
D'un homme qui a mal
Pour qui
Un million d'étoiles
Ne valent
Pas les yeux de celle
Qu'il aime
D'un amour mortel
Lune
Lune
Qui là-haut s'embrume
Avant
Que le jour ne vienne
Entends
Rugir le cœur
De la bête humaine
C'est la complainte
De Quasimodo
Qui pleure
Sa détresse folle
Sa voix
Par monts et par vaux
S'envole
Pour arriver jusqu'à toi
Lune !
Veille
Sur ce monde étrange
Qui mêle
Sa voix au chœur des anges
Lune
Qui là-haut s'allume
Pour
Éclairer ma plume
Vois
Comme un homme
Peut souffrir d'amour
D'amour
Paroles de Luc Plamondon
Musique de Richard Cocciante

Tuesday, January 15, 2008



Mais um ano começa.
Coisas boas e coisas ruins.
A sombra persiste
Porém, deixa-me respitar.
Mas até quando?
Quando me sufocará novamente,
Tampando meu rosto e minha alma,
Simplismente tudo
Com sua escuridão?
Será bom? Será ruim?
Já não sei.
Impossível dizer.
Apenas espero não sangrar.
Mas, como todas as vezes,
Isto parece inevitável.
Lágrimas tendem a cair
A cada passo,
A cada momento.
Quem sabe, por que não,
Uma mudança drástica faça algum resultado.
Porém, a faculdade não parece ter feito muito efeito.
Mas, quem sabe, longe de tudo e de todos?
E quem sabe, isto não demore muito.
Mais alguns ano, ou até menos.
Mas ainda há uma dúvida.
Para onde? Paris ou Quebec?
O tempo irá dizer.
Que tudo fique consideravelmente bem na vida de todos.
(Se é que tem mais de um que se importa...)

Wednesday, December 05, 2007


Sozinha me encontro.
O por do sol é belo.
O final de tudo parece belo ao olhar de um solitário.
Pergunto-me quantos se importam.
Aposto que apenas um ou dois, se muito.
Posso ter pessoas próximas a mim,
Mas, por dentro, estou sozinha.
Sempre sozinha.
Em meu mundo,
Em meu ser,
Minha alma.
Vago sem rumo,
Procuro abrigo onde não há.
A luz parece não existir através dos outros,
Mas, sim, através de mim mesma,
Refugiando-me dentro de mim mesma.
Pessoas parecem desnecessárias.
Até que ponto isto vai?
Haverá um dia em que não conseguirei mais falar com ninguém?
Meu ser se aflige.
Pergunto-me até quando.
Até quando...
Eternamente.
Infinitamente.
Até meu último dia,
Meu último suspiro.
Minha alma vagará no limbo a procura de algué.
Alguém que nunca chegará.
Que nunca chegou.
Sinto que estou fadada a ser solitária,
Em tudo o que faço,
Em todos os meus dias,
Em todos os segundos de minha vida.
Ainda estou viva?
Por fora, quem sabe,
Mas já não tenho mais certeza se por dentro.
Tudo é tão frio e escuro.
Há alguém aí?
Quem sabe esteja apenas adormecida,
Em um sono tão profundo que mal posso acordar sozinha.
Mas quem virá?
É o fim.
Não vejo a luz,
Nem sinto o calor de estar viva.
Por que continuar assim?
Por que não posso mudar isto?
O que faço de errado?
Ainda não sei.
Não fui capaz de descobrir.
Enquanto isso, fico nesta sobre vida,
Fadada a agonizar eternamente.

Wednesday, October 03, 2007



Até que ponto estamos vivos?
Até que ponto sentimos nossos corpos?
Alguém compreende?
Corpos que se tocam física mas não espiritualmente.
As almas estão distantes.
Alguém se importa?
Um toque de carinho, um abraço sincero.
É isto o que falta.
Que os corpos se aproximem e sintam verdadeiramente um ao outro,
Seja que for,
Amigo ou amor.
As mentes vazias não reconhecem o valor de um toque,de um sentimento
Apenaso carnal, o mais fácil.
Já tocaste na alma de alguém alguma vez?
Aposto que sim, mas para ferí-la, mesmo que inconscientemente.
Não quero chorar, mas lágrimas escorrem.
Já não tenho mais problemas,
Mas sinto que este, sim, é o problema.
É isto o que causa desconforto.
Não há com o que se preocupar.
O vazio que existe dentro de mim parece ficar maior.
Falta algo.
Algo que não sei dizer se está ao meu alcance
Ou se terei de esperar, até achá-lo.
Alguém sabe responder?
Acho que não.
Cada um reage de um jeito,
Mas, no fundo, somos todos iguais.
Todos sentimos dores, vazios intermináveis,
As vezes em graus menores ou maiorres, mas sentimos.
O ser humano nunca se contenta com o que tem?
Talvez seja extremista, mas em parte verdade.
Todos querem algo a mais em suas vidas,
Mas a solidão é algo que deve ser preenchido,
Não podemos viver sozinho eternamente.
Momentos solitários são necesário,
Mas não uma vida inteira.
Que nossos olhos percam um pouco das nuvens que são repletos
Para que nos permitam ver ao menos o caminho a trilhar,
Onde encontrar e o que.
Que nossos corações parem de sangrar ao menos um pouco
Para podermos respirar em paz ao menos uma vez.
Que nossos lábios curvem-se num leve sorriso para confortar nossas almas.
Que o sol brilhe por entre as nuvens negras de nossos dias,
Que seus raios esquentem nossos frios corações,
Corações congelados com o tempos,
Partidos e estilhaçados por sofrimentos.
Que a vida fique mais amena,
Que nossas amarras sejam soltas,
Que possamos tocar ao próximo sem o medo de ferirmos a nós mesmos.
Que, que, que.
E que respire fundo para mergulhar novamente em sua escuridão interior,
Seu mundo,
Seu querido e frio mundo
Para voltar a congelar o coração levemente degelado por um fiapo de alegria,
Alegria, ou nem tanto,
Um leve desaperto na garganta sempre sufocada por várias mãos,
Prinipalmente as nossas próprias.
Que um dia, ao olharmos para o céu vejamos nosso passado,
E que este passado reacenda a chama em nossos corações,
Mostrando que ainda há esperança.

Sunday, September 02, 2007


Ando sozinha por locais desconhecido.
Não sinto a necessidade de alguém para me guiar,
Mas falta algo.
Não sei dizer o que.
Sempre faltou.
O escuro me conforta.
A solidão é o meu viver.
Ou era?
Algumas pessoas não me entendem,
Não conseguem imaginar alguém solitário,
Alguém que não sentia falta dos outros,
Alguém que vaga pela cidade,
Alguém que sorri por estar solitário,
Por estar com si mesmo.
Um estilo de vida.
Mas adimito que mudei.
Já não fico mais tão sozinha.
Será que isso é bom?
De certa forma, sim.
Pois sinto que parte do que me faltava, já não me falta mais.
Porém, ninguém é poeta sem sangrar,
E eu já não sangro mais,
O que significa que já não escrevo tão bem.
Parte de mim deseja ficar do jeito que está,
Seguir em frente e até melhoar.
Parte de mim pede para sangrar novamente.
Agora, além da parte que já faltava,
Falta a parte da poesia, da escrita.
O que devo fazer?
Amo fazer o que faço e do jeito que faço,
Mas sinto falta do sofrimento,
O que me incentivava a escreve.
Muitos podem me taxar de louca, de depressiva,
Mas estas pessoas não me entendem.
Nunca sangraram,
Nunca precisaram sangrar para escrever.
Há quem me entenda.
Por mais que diga, a opinião dos outros importa sim.
Quando alguém te elogia, te deixa feliz.
Porém, se você é criticado, sente algo por dentro,
Algo forte,
Que o força a escrever mais ainda
E mostrar que é superior a quem te criticou.
Isto se chama orgulho.
Todo temos, mas o meu é grande demais.
Não posso mudar isso.
Como há quem se importe comigo,
E quem não dê a mínima.
Também não posso mudar iss,
Mas posso passar por cima delas
E mostrar que sou melhor que a insignificante existência delas.
Posso ser melhor que qualquer um.
E serei.
Não importa o que digam,
Não importa o que façam.
Eu não preciso ser.
Eu já sou.
É esta idéia que me conforta.
A minha solidão me conforta.
me torna mais forte a cada dia.
Penso na vida, nos atos.
Penso em como seria e como é.
Faço projetos.
Cresço a cada instante.
Nada vai me derrubar,
Apenas eu mesma.