Monday, February 11, 2008

Um triste adeus a Heath Ledge.

Heathcliff Andrew Ledger nasceu dia 4 de abril de 1979 em Perth, Austrália. Depois de papéis na televisão durante a década de 1990, Ledger iniciou sua carreira em Hollywood. Estrelou em sucessos de público e crítica como 10 Things I Hate About You, The Patriot, Monster's Ball, A Knight's Tale e Brokeback Mountain. Em 2007, concluiu sua performance no filme The Dark Knight, ainda não lançado, que aerá seqüência de Batman Begins. Faleceu em 22 de janeiro de 2008.



Na manhã do dia 22 de janeiro de 2008, a empregada do ator, Teresa Solomon, entrou no apartamento do ator, situado no bairro do Soho - Nova Iorque , com sua própria chave, para seu trabalho habitual. Por volta das treze horas, ela entrou no quarto de Ledger para trocar uma lâmpada, e viu o ator dormindo.
Às 14h45, a massagista Diana Wolozin apareceu para sua sessão agendada com o ator. Wolozin e Solomon bateram à porta do quarto de Ledger mas não obtiveram resposta. A massagista então entrou no quarto, preparou a mesa de massagem e tentou acordar Ledger.
Wolozin disse à polícia que, a essa altura, o ator já estava frio, porém, acreditou que ele estava apenas inconsciente. Decidiu então pegar o celular de Ledger e ligou para a atriz Mary-Kate Olsen, cujo número estava na memória – os dois eram amigos - e perguntou a ela o que deveria fazer. Olsen, que também vive em Manhattan mas se encontrava na Califórnia, respondeu dizendo que enviaria seus seguranças privados para ajudar na situação. Na seqüência, a massagista ligou para o resgate. A atendente da emergência ainda orientou Wolozin nas técnicas de reanimação.
Os paramédicos chegaram minutos depois, praticamente no mesmo momento em que os seguranças de Olsen também apareceram. Ledger já estava morto.
Diversas hipóteses foram levantadas pelas autoridades e a imprensa em relação à verdadeira causa da morte prematura do ator, inclusive suicídio. Após duas semanas de investigação, o IML de Nova Iorque finalmente concluiu que a causa da morte havia sido por overdose acidental de remédios prescritos (oxicodona,hidrocodona, diazepam, temazepam, alprazolam e doxilamina) com efeitos calmante e sonífero.
Em entrevistas posteriores à morte de Ledger, muitos amigos do ator afirmaram que ele lutava contra o vício em drogas e contra a depressão, esse último problema ocasionado em parte pelas pressões do seu último filme (Batman: The dark Knight) e de sua separação da atriz Michelle Williams, com a qual tinha uma filha. Heath Ledger revelou semanas antes de sua morte que durante a filmagem do seu último personagem, o Coringa em Batman: The Dark Knight (Batman: O Cavaleiro das Trevas, em português), ele se sentia muito esgotado, tanto física quanto emocionalmente, e que estava tomando pílulas para poder dormir.

Fonte: Wikipedia

Heath Ledger foi cremado em uma cerimônia privada em sua cidade natal na Austrália neste sábado, com discurso de sua colega Cate Blanchett e o agradecimento de seu pai aos fãs pelo apoio que vem recebendo. Ledger, 28 anos, mais conhecido pelo papel do caubói gay que desempenhou em 2005 em "O Segredo de Brokeback Mountain", morreu de uma overdose acidental de medicamentos em seu apartamento no último dia 22 de janeiro.
Entre os presentes ao funeral neste sábado em Peth, estavam Michelle Williams, que contracenou com Ledger em "Brokeback Mountain". Ela chegou com a irmã de Ledger, Kate, mas sem a filha de dois anos que teve com o ator, Matilda.
Também participaram da cerimônia, realizada em uma escola feminina na cidade a oeste da Austrála, a modelo Gemma Ward, com quem Ledger teria se envolvido, assim como os atores australianos Bryan Brown e Joel Edgerton.
O pai do ator, Kim Ledger, pediu à imprensa que deixasse a família realizar uma cerimônia privada, mas permitiu fotos das pessoas chegando ao local. O funeral durou cerca de 90 minutos. A imprensa local disse que o corpo de Ledger foi então cremado diante de apenas dez membros próximos de sua família. Os demais foram para um restaurante à beira-mar, na continuação do velório.
Ledger estrelou 18 filmes na Austrália e em Hollywood e foi indicado ao Oscar pelo caubói de "Brokeback Mountain". Mais recentemente, ele interpretou o Coringa em "Batman: The Dark Knight" e foi uma das muitas encarnações de Bob Dylan em "I'm not there". Quando morreu, trabalhava em "The Imaginarium of Doctor Parnassus", de Terry Gilliam.
Presentes disseram que Blanchett, familiares e sua irmã discursaram no funeral, que incluiu vídeo clipes do ator e algumas de suas músicas favoritas, como "The Times They Are A Changing", de Bob Dylan.

Fonte: GloboOnLine

Michelle Williams toma um banho de mar em honra a Heath Ledger. Após o velório e a cremação, ela entrou no mar junto a outros presentes e disse que seria isso o que Ledger gostaria de fazer.

Fonte: People.com



Ledger interpretou o Coringa (Joker), vilão das histórias em quadrinhos de Batman, em The Dark Knight, seqüência de Batman Begins de 2005. O filme têm estréia prevista para 18 de julho de 2008. Como o filme já estava em etapa de pós-produção após a morte de Ledger, não deve sofrer alterações.

***

O cinema perdeuum grande ator no último mês de janeiro. Heath foi um ator invejável, carismático e, em cada filme, procurava personagens cada vez mais complexos. O mundo nunca se esquecerá de Sir Ulrich von Lichtenstein, de Coração de Cavaleiro, por exemplo. Bons artistas devem ser lembrados e homenageados antes a após as suas mortes. Nunca esqueceremos o brilhante Heath Ledger.

Tuesday, January 22, 2008



Chanson du Musical "Notre-Dame de Paris"

Chanteur: Bruno Pelletier, qui a choisi une de les voix plus belle du Canada. Il a interprété aussi Dracula dans le musical
"Dracula: Entre L'amour et la Mort". Il est un bon acteur mais, en plus, il est un chanteur merveilleux.

Je crois que c'est possible de comprendre celles paroles facilement. Elle n'est pas une chanson très compliqué e c'est très belle. J'espere ce que agrée a vous. Mes respectueuses salutations.

Fê Giusti.

***

LUNE
Gringoire : Bruno Pelletier
dans le Musical "Notre-Dame de Paris"
Lune
Qui là-haut s'allume
Sur
Les toits de Paris
Vois
Comme un homme
Peut souffrir d'amour
Bel
Astre solitaire
Qui meurt
Quand revient le jour
Entends
Monter vers toi
La chant de la terre
Entends le cri
D'un homme qui a mal
Pour qui
Un million d'étoiles
Ne valent
Pas les yeux de celle
Qu'il aime
D'un amour mortel
Lune
Lune
Qui là-haut s'embrume
Avant
Que le jour ne vienne
Entends
Rugir le cœur
De la bête humaine
C'est la complainte
De Quasimodo
Qui pleure
Sa détresse folle
Sa voix
Par monts et par vaux
S'envole
Pour arriver jusqu'à toi
Lune !
Veille
Sur ce monde étrange
Qui mêle
Sa voix au chœur des anges
Lune
Qui là-haut s'allume
Pour
Éclairer ma plume
Vois
Comme un homme
Peut souffrir d'amour
D'amour
Paroles de Luc Plamondon
Musique de Richard Cocciante

Tuesday, January 15, 2008



Mais um ano começa.
Coisas boas e coisas ruins.
A sombra persiste
Porém, deixa-me respitar.
Mas até quando?
Quando me sufocará novamente,
Tampando meu rosto e minha alma,
Simplismente tudo
Com sua escuridão?
Será bom? Será ruim?
Já não sei.
Impossível dizer.
Apenas espero não sangrar.
Mas, como todas as vezes,
Isto parece inevitável.
Lágrimas tendem a cair
A cada passo,
A cada momento.
Quem sabe, por que não,
Uma mudança drástica faça algum resultado.
Porém, a faculdade não parece ter feito muito efeito.
Mas, quem sabe, longe de tudo e de todos?
E quem sabe, isto não demore muito.
Mais alguns ano, ou até menos.
Mas ainda há uma dúvida.
Para onde? Paris ou Quebec?
O tempo irá dizer.
Que tudo fique consideravelmente bem na vida de todos.
(Se é que tem mais de um que se importa...)

Wednesday, December 05, 2007


Sozinha me encontro.
O por do sol é belo.
O final de tudo parece belo ao olhar de um solitário.
Pergunto-me quantos se importam.
Aposto que apenas um ou dois, se muito.
Posso ter pessoas próximas a mim,
Mas, por dentro, estou sozinha.
Sempre sozinha.
Em meu mundo,
Em meu ser,
Minha alma.
Vago sem rumo,
Procuro abrigo onde não há.
A luz parece não existir através dos outros,
Mas, sim, através de mim mesma,
Refugiando-me dentro de mim mesma.
Pessoas parecem desnecessárias.
Até que ponto isto vai?
Haverá um dia em que não conseguirei mais falar com ninguém?
Meu ser se aflige.
Pergunto-me até quando.
Até quando...
Eternamente.
Infinitamente.
Até meu último dia,
Meu último suspiro.
Minha alma vagará no limbo a procura de algué.
Alguém que nunca chegará.
Que nunca chegou.
Sinto que estou fadada a ser solitária,
Em tudo o que faço,
Em todos os meus dias,
Em todos os segundos de minha vida.
Ainda estou viva?
Por fora, quem sabe,
Mas já não tenho mais certeza se por dentro.
Tudo é tão frio e escuro.
Há alguém aí?
Quem sabe esteja apenas adormecida,
Em um sono tão profundo que mal posso acordar sozinha.
Mas quem virá?
É o fim.
Não vejo a luz,
Nem sinto o calor de estar viva.
Por que continuar assim?
Por que não posso mudar isto?
O que faço de errado?
Ainda não sei.
Não fui capaz de descobrir.
Enquanto isso, fico nesta sobre vida,
Fadada a agonizar eternamente.

Wednesday, October 03, 2007



Até que ponto estamos vivos?
Até que ponto sentimos nossos corpos?
Alguém compreende?
Corpos que se tocam física mas não espiritualmente.
As almas estão distantes.
Alguém se importa?
Um toque de carinho, um abraço sincero.
É isto o que falta.
Que os corpos se aproximem e sintam verdadeiramente um ao outro,
Seja que for,
Amigo ou amor.
As mentes vazias não reconhecem o valor de um toque,de um sentimento
Apenaso carnal, o mais fácil.
Já tocaste na alma de alguém alguma vez?
Aposto que sim, mas para ferí-la, mesmo que inconscientemente.
Não quero chorar, mas lágrimas escorrem.
Já não tenho mais problemas,
Mas sinto que este, sim, é o problema.
É isto o que causa desconforto.
Não há com o que se preocupar.
O vazio que existe dentro de mim parece ficar maior.
Falta algo.
Algo que não sei dizer se está ao meu alcance
Ou se terei de esperar, até achá-lo.
Alguém sabe responder?
Acho que não.
Cada um reage de um jeito,
Mas, no fundo, somos todos iguais.
Todos sentimos dores, vazios intermináveis,
As vezes em graus menores ou maiorres, mas sentimos.
O ser humano nunca se contenta com o que tem?
Talvez seja extremista, mas em parte verdade.
Todos querem algo a mais em suas vidas,
Mas a solidão é algo que deve ser preenchido,
Não podemos viver sozinho eternamente.
Momentos solitários são necesário,
Mas não uma vida inteira.
Que nossos olhos percam um pouco das nuvens que são repletos
Para que nos permitam ver ao menos o caminho a trilhar,
Onde encontrar e o que.
Que nossos corações parem de sangrar ao menos um pouco
Para podermos respirar em paz ao menos uma vez.
Que nossos lábios curvem-se num leve sorriso para confortar nossas almas.
Que o sol brilhe por entre as nuvens negras de nossos dias,
Que seus raios esquentem nossos frios corações,
Corações congelados com o tempos,
Partidos e estilhaçados por sofrimentos.
Que a vida fique mais amena,
Que nossas amarras sejam soltas,
Que possamos tocar ao próximo sem o medo de ferirmos a nós mesmos.
Que, que, que.
E que respire fundo para mergulhar novamente em sua escuridão interior,
Seu mundo,
Seu querido e frio mundo
Para voltar a congelar o coração levemente degelado por um fiapo de alegria,
Alegria, ou nem tanto,
Um leve desaperto na garganta sempre sufocada por várias mãos,
Prinipalmente as nossas próprias.
Que um dia, ao olharmos para o céu vejamos nosso passado,
E que este passado reacenda a chama em nossos corações,
Mostrando que ainda há esperança.